domingo, 13 de setembro de 2015

PENSARMOS HOJE COMO O AMANHÃ SEJA PARA NÓS MESMO, OU PARA COM OUTROS PORQUE ASSIM TAMBÉM PODEMOS PRECISAR, PRECISAMOS NO DIA A DIA UM DO OUTRO A CADA NOVO TEMPO, ASSIM COMO, A CADA DIA MAIS.

PENSARMOS HOJE COMO O AMANHÃ SEJA PARA NÓS MESMO, OU PARA COM OUTROS PORQUE ASSIM TAMBÉM PODEMOS PRECISAR, PRECISAMOS NO DIA A DIA UM DO OUTRO A CADA NOVO TEMPO, ASSIM COMO, A CADA DIA MAIS.
Ultimamente o mundo tem sofrido realidades que em certos momentos em que se olharmos com mais ênfase de querer compreender, fica difícil para nós como seres humanos entender ou mesmo querer compreender o que acontecendo. O mundo tem sofrido certas modificações,  sim, modificações que não ao ver, más visíveis aos olhos. Se olharmos com bons olhos para os casos de refugiados, percebemos uma fronteira humana que em tempos antigos poderia até ser uma parte de um povoado ou até uma migração de povos a outro povo, assim como se dava a diminuição de um reino em que se enfraquecia e seu povo era obrigado a buscar abrigo, sustento e até moradia em outro, mesmo que ali correria o risco de ser escravizado, o que não é o risco em nossos dias, mas estas mesmas pessoas sabem o quanto uma vida difícil os espera do outro lado, não que ali estarão pronto a explora-los, más sim na questão em que se encontra em país novo e tudo agora tem que ser construído de maneira aos pouca conquista assim como se afeiçoar a novas características e costumes diferentes aos quais diferentes de seu dia a dia. Provavelmente um sofrimento que ninguém deseja. Um pouco de alívio a seus sonhos que antes tinham em sua terra nativa e agora deixa-los para trás. Só a dor de ter de se separar de seu país por motivo de crise ou guerra é dolorido. Mau nada mais dolorido do que a imagem que todos viram na mídia, de uma jornalista a qual foi demitida de o jornal onde trabalhava o que seria o mínimo. Uma imagem que é de partir o coração, muito triste em que esta mesma jornalista chuta pessoas e crianças, a que mais comoveu e creio que até muitos vieram a chorar, a de um pai que ao cair, cai segurando firmemente segurando seu filhinho nos braços e mesmo caindo com o filho nos braços, consegue assim segurando com todo amor se levantar e seguir seu caminho olhando para trás com seu coração talvez partido não com ódio da jornalista, más por esta, não respeitar seu filho o qual ali ele defendia, o protegia levando-o a um possível futuro, nem tanto assim se preocupando consigo mesmo. Aquelas imagens falam por si e creio que será difícil o mundo esquecer esse episódio. Um episódio de constrangimento, fúria e idiotismo de alguém que se olhar para si como ser humano pode um dia estar no mesmo lugar do outro no amanhã. Assim como escrevi acima este povo já sofre por motivo de deixar se país, acompanhar seu desenvolvimento, porque desrespeita-los, se somos também cidadãos em que um depende do outro, queira ou não.  
Percebemos que países tem se mostrado como povo de bem a se mobilizar na questão de acolher refugiados e isto é bom. Esquecer que existem fronteiras jamais. Má existe uma em que não podemos esquecer, a qual essa sentimental, uma fronteira que jamais pode existir dentro de nós, pois o sentimento é saudável e do ser humano, o qual sem esse sentimento a vida perde o sentido e naturalmente o homem deixa assim seu gesto sentimental o qual se une a outro de sua espécie no sentido de comunhão, respeito, mutualismo, troca de conhecimentos não retendo só para si e mesmo o amar uns o outro e vice e versa.
O mundo esta sofrendo transformações, transformações estas em que se dão ao ver no mundo o homem se aproximando um do outro. Estamos vivendo tempos em que ao paço que esse cresce demograficamente, suas estruturas têm que ceder a fim de que se acomode a natureza dentro do mesmo. Notamos isso nos dias atuais e sempre notaremos provavelmente nos futuros vindouros, comportamentos esses que é ou se passa a ser a própria natureza se acomodando a fim de que o mundo se sustente e se refaça a cada momento, também se transformando para que possamos ter lugar garantido no mesmo lado a lado sem diferença qualquer.
Texto escrito em 2014

                                                                       
                                                                  ---------------Messias Albino---------------


Pesquisar este blog